quinta-feira, abril 21, 2005

És a cura

As minhas mãos frias escondem
O que a minha alma vazia
Sofre com a incerteza de ontem
Eu sei que nao é bom,mas era o que queria

Doi me a cabeca de tanto pensar
No que posso perder
Quando o dia acabar
E ver que nao ha nada a fazer

Ha sempre uma esperança no ar
O teu nome no telemovel a tocar
A minha vontade de contigo falar
Falar,falar sem nunca o desligar

Sao sintomas desta doença
Que por mim foi diagnosticada
Vou lutar para que ela nao me vença
Vou sair do meio da estrada...

1 comentário:

Anónimo disse...

eu vou-me meter na frente do camiao:|